LINKA · SHELL

Linka · um lugar para estar

Revisão ·

Candidato local — não é anúncio de publicação

A casa e a praça

A Linka é um ecossistema social brasileiro independente, criado por Raphael M. Franco, em beta fechado. Praças organizam assuntos; Círculos expressam proximidade e permissão. Posts, carrosséis, conversas, chamadas, rádio e presença compartilhada pertencem ao mesmo lugar. O produto não adota publicidade como modelo de negócio. Não é uma rede federada: a infraestrutura continua operada pela Linka.

Ghost, Shell e Gabriel

Ghost é a pessoa como sujeito de identidade, vontade, memória e relações. Shell é a arquitetura de autoridade e a constituição técnica que procura preservar essa agência. Gabriel relaciona direitos a mecanismos e testes no repositório, na integração contínua e na inicialização. Ele não lê conversas nem é um auditor independente. Uma regra documentada não comprova, sozinha, sua cobertura em todo o produto.

STCC: a continuidade importa

Shell Transcendent Cryptography Chain é o nome dado na Linka à composição que une identidade, autorização de aparelho, estado criptográfico e continuidade. v5 é uma versão do protocolo da Linka, não a quinta versão do Signal. No Android, o estabelecimento híbrido combina X25519 e ML-KEM-768. Double Ratchet e SPQR evoluem em paralelo; suas contribuições são combinadas por KDF antes de AES-256-GCM. O provedor Rust mantém estado selado por uma chave não exportável do Android Keystore.

O servidor transporta envelopes cifrados e guarda bundles públicos, recibos e checkpoints. Persistência, repetição idempotente, witness append-only e gossip procuram detectar perda de continuidade, rollback e histórias divergentes nos cenários cobertos. WebSocket entrega eventos; não substitui a máquina de estados nem garante sozinho entrega ou abertura. O witness de produção integra a autoridade Python/PostgreSQL; não é operado por uma organização independente.

Entrar não é recuperar uma chave

Sessão de login, autorização de aparelho e autoridade criptográfica são estados distintos. O candidato local preserva um callback JNI que o R8 renomeava no APK 137. O ensaio isolado reproduziu a falha após encerrar o processo e passou após atualização sem apagar dados, com retomadas e identidades preservadas. Isso não prova a conversa real entre todos os testadores. Limpar dados ou reinstalar não é um procedimento de recuperação aceitável para encobrir essa falha.

Novas senhas têm mínimo de 15 caracteres; frases, espaços e Unicode são aceitos. A orientação de força é uma estimativa, não uma garantia matemática. Passkeys são opcionais e validam desafios; a Linka não recebe nem armazena digitais. A recuperação de acesso não recria automaticamente chaves de mensagens já perdidas.

Cada fluxo tem sua fronteira

Mídia do chat protegido é cifrada antes do upload. Mídia pública de posts segue outro caminho e pode ser transformada pelo serviço de mídia. Chamadas usam WebRTC e DTLS-SRTP, com negociação autenticada: não são anunciadas como mídia pós-quântica. A prévia nativa de notificação usa um canal auxiliar clássico P-256/HKDF/AES; ler um push não comprova que o chat abriu o mesmo envelope v5.

A tradução ocorre após decriptação no aparelho. O chat humano não é enviado automaticamente à DAMA; conteúdo escolhido para uma sessão de IA pode ser processado por fornecedor externo e não é E2EE durante essa inferência. PostgreSQL é a fonte de verdade; Redis/Valkey coordena eventos e presença. Essas fronteiras não se confundem.

O próximo conjunto, sem antecipar entrega

O candidato reúne retomada nativa v5, orientação de senha, Claro/Automático, tipografia e molduras, convites por link, respostas a mensagens, ajustes de áreas seguras, rádio e assinatura sonora sintetizada. Modo Ghost ainda exige concluir a admissão do conteúdo no aparelho de quem vê e provar o bloqueio antes da exposição. As mudanças locais não são apresentadas como disponíveis na loja. A versão observada, sua data e as evidências estão no registro público de fatos.

O alcance da promessa

Não há promessa de equivalência operacional com Signal ou iMessage, auditoria criptográfica externa, autenticação resistente a adversário quântico ativo ou v5 nativo no navegador. O servidor ainda observa metadados. Bloqueio de captura depende do cliente e do sistema operacional; não impede câmera externa, aparelho comprometido ou cópias já obtidas. Teste isolado, integração delimitada e verificação ponta a ponta são níveis diferentes de evidência. Nenhum número de testes elimina essa distinção.